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A arte do "Paizão"

Nos Estados Unidos é extremamente comum as crianças terem seus lanches caseiros acondicionados em sacolas de papel. Desde de pequenos vemos isso em desenhos como Snoopy e outros onde os sanduíches de pasta de amendoin são amorosamente confeccionados e embalados pelos pais. É uma tradição americana e copletamente normal. Bem, normal para quem não tem um pai como o que faqz o material abaixo.

Pelo blog não consegui descobrir o nome desse verdadeiro paizão. No lugar de um cochilo ele pega seus acessórios de desenho e faz os desenhos mais legais nas sacolas de lanche do filho. Ô menino de sorte! O pai divulga as sacolas diariamente no seu blog. Navegando por todo o blog é possível ver também alguns objetos customizados. Confira algumas das obras abaixo. Via The Little Bit Weird Blog.

 


  


  

Escultor de livros

Falando em livros 3D, encontrei um cara que levou essa idéia para outro nível! Tipo, hã? Não consigo nem começar a entender como ele faz isso...

Brian Dettmer é um artista americano que faz esculturas recortando, dobrando e colando dicionários, enciclopédias e livros antigos de arte, ciência e história. Ele nunca insere ou muda de lugar o conteúdo dos livros, apenas seleciona as imagens e os textos que quer usar e vai recortando as demais partes.
O primeiro trabalho do artista com livros foi feito em 2003, usando um dicionário de 1947. De lá pra cá, o americano ganhou fama e hoje suas obras são expostas em galerias de arte nos Estados Unidos e na Europa.




"Do It Yourself", 2009


detalhe de "Do It Yourself", 2009


"New Books of Knowledge", 2009


detalhe de "New Books of Knowledge", 2009


+ detalhe de "New Books of Knowledge", 2009



"Science in the Twentieth Century", 2009


detalhe "Science in the Twentieth Century", 2009

Outras obras do artistas, em sua página pessoal, no Flickr.

Vi na Época Negócios.

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Brincando com capas de discos

Passando pelo FFFound eu vi uma imagem que me chamou a atenção: uma montagem com capas de disco que oferecia um corpo feminino para a capa de Thriller. A foto linkava para um post que diz que "até capas de discos retro podem ser usadas para criar algo incrível". E é realmente incrível o resultado das imagens abaixo, mesmo que seja uma grande brincadeira.

      

Super 'EMO' Friends

Passeando pelo FFFFound! encontrei uma ilustração bacana do homem-aranha. Tinha um traço legal, simplista, infantil... parecia um personagem-mirim. Peguei o site do autor pela marca d´água do JPEG e descobri um ilustrador com umas idéias bem bacanas. Apesar de só trabalhar com personagens famosos (foi só o que vi) ele faz uma leitura cômica bem original. A ilustração do homem-aranha fazia parte de uma série de 12 aquarelas com heróis Marvel e DC em suas "verões EMO".

O artiste é JSalvador. Apesar de preferir trabalhar com aquarelas ele também tem algumas coisas digitais. Comercializa todas as suas peças, ou a maioria, e possui três séries principais: super-heróis "emo" em aquarela, religiosos - ainda em produção - em aquarela, chibi street fighters - digital. Deu pra sacar que o cara gosta de games e heróis... muito bacana o trabalho. Vejam alguns abaixo.


Pinturas famosas inspiradas em fotografias.

As inovações tecnológicas revolucionaram a humanidade de várias maneiras, e a Arte não podia ficar de fora desta influência. Atualmente usam-se das mais variadas ferramentas para se criar representações imagéticas, seja com técnicas tradicionais (desenho, pintura, escultura, gravura) ou técnicas contemporâneas (fotografia, instalações, arte cinética, ambientes de imersão áudio-visual etc).

Hoje, grandes artistas gráficos e ilustradores profissionais ou amadores fazem uso de equipamentos como tablets (mesas digitalizadoras), scanners, monitores touch-screen (toques na tela) e softwares que potencializam a criatividade e otimizam o tempo de produção.

Para mim não passa de bobagem o questionamento que alguns estudiosos fazem a respeito de que o avanço da tecnologia na Arte acabou desvirtuando-a. Arte e Ciência sempre andaram juntas na História, vide os renascentistas que, além do talento artístico também eram conhecedores de materiais e elementos químicos para a obtenção de suas tintas, o preparo das superfícies dos suportes trabalhados (tela, mural, madeira), bem como no uso de apetrechos como esquadrinhadores, câmera obscura, réguas, esquadros e compassos.

No séc. XIX o advento da fotografia lançou um novo desafio aos artistas: se uma máquina, quase que instantaneamente, podia fazer a reprodução do real, qual era o papel dos artistas agora então? Muitos responderam que o daguerreótipo (ancestral da máquina fotográfica) não tinha a “alma” de uma pintura, ou era “mecanizado” portanto não alcançaria o mesmo patamar que as “belas-artes” tradicionais. O tempo mostrou que a fotografia tornou-se uma técnica artística de grande importância.

E muitos pintores que conviveram com o surgimento desta tecnologia souberam aproveitá-la nas suas criações. Não foram poucos que capturaram determinado momento com uma câmera para manter uma pose ou uma situação. Vejam a seguir exemplos de pinturas Impressionistas e Expressionistas inspiradas ou baseadas em fotografias:

1. Paul Gauguin

Fotografía de Henry Lemasson, y la obra Madre e hija, de Gauguin
2. Paul Cezanne

Bañista, de Paul Cezanne
3. Toulouse Lautrec

La Troupe, de Toulouse Lautrec Pareja en un bar, 1891 Jane Avril
4. Vincent Van Gogh

La madre del pintor, 1888
Retrato del pintor belga E. Boch, 1888
5. Edgar Degas

Bailarinas detrás del escenario: montaje y cuadroDespués del baño, 1896El Vizconde Lepic con sus hijas y su perro AlbrecktEnsayo de ballet con escalera de caracol. 1877

Fonte das imagens: Fogonazos

Adesivos de parede

Adesivo de parede é uma coisa muito bacana... além de prático. Nem gosto de lembrar que eu passei 4 dias pintando a parede da cozinha americana lá de casa (ô ideia triste). Depois dessa experiência eu não vou pintar mais nada que não exista em adesivo. Quando meu filho chegou eu nem pensei: papel de parede. Mandamos pintar metade da parede de braco, outra metade de verde e colamos aquelas faixas no meio da parede. Legal que o tipo que escolhemos - o tema era selva - tinham os animais em adesivos recortados pra aplicar, coisa que fizemos na parte superior do quarto. Mas enfim, esse exemplo foi só pra justificar que, daqui pra frente, só adesivo...

Nos próximos dias eu vou me mudar e minha mulher já me pediu para preparar aguns adesivos dos Backyardigans (não sei que criança até 3 anos que não seja fissurada nesse programa - pelo menos é da Discovery). Aí já viu a lei do menor esforço, né?! Haja caçar ilustrações P&B na net pra usar o trace do Corel Draw (sim eu sofro desse mal), colorir e mandar fazer. Enfim... após preparar os arquivos todos (em duas possiblidade, né? Se não já viu se não agradar a patroa) tive minha liberdade devolvida para meus mergulhos na web. E nem precisei ir muito fundo pra achar algumas coisas muito legais pra colar nas paredes da casa nova.

A empresa é Blik. Na verdade a descobri pelos adesivos de Joe Ledbetter, que por sinal, trabalha com excelência com seus traços e cores fortes. São toyarts, pinturas, adesivos de paredes... o site dele tem bastante conteúdo, insclusive, uma sessão de downloads (que incluui wallpapers pra computador e iPhone) pra quem curte o trabalho do cara mas tá com a carteira vazia vazia. Mas voltando à Blink: é a reunião do (belo) trabalho de designers que trabalham com excelência essa arte "contemporânea". O site é bem bacana, descreve todas as cores que fazem parte do kit de adesivos, bem como uma indicação de nível de dificuldade de aplicação. "Não perdam"... visitem mesmo. Abaixo alguns dos adesivos que mais gostei (Ah se a patroa deixa eu colar na casa nova!!!).


Josh Agle aka: SHAG

Como de costume eu fiz minha primeira visita diária ao NotCot e por lá vi a notícia da aberetura da exposição de joSH AGle na Core Helford Gallery. Não conhecia o artista, mas fiquei automaticamente fã de seu trabalho ao conhecê-lo. A exposição consiste em novas pinturas e painéis gigantes singulares, duplos e triplos. As peças podem ser compladas por módulos. A forma como a exposição foi elaborada foi muito interessante, com uma poluição visual hamonica e não agressiva. As fotos abaixo falam por si. Como os grandes artistas muralistas  Shag elabora pequenos quadros de temas isolados e após cria seus painéis multitemários. O site do artista pode ser acessado aqui. O posto no NotCot (com mais fotos da exposição) aqui. No site da galeria vocês podem ver as peças melhor.




Parede de Graffiti Digital

Há algum tempo postamos sobre uma "pintura sem tinta" tipo graffiti. Agora, bem não é muito bem agora, mas por esses dias que achei no Typograff um post sobre uma Digital Graffit Wall. Eles apontam o site Tangible Interaction como fonte para mais informações (em inglês). Segue abaixo o post da Typograf explicando o funcionamento e alguns vídeos.

Digital Graffiti Wall, é um sistema que emite raios infra-vermelhos ao invés de tinta no formato de latas de spray. Atrás do painel onde é projetada a imagem, existe uma câmera que identifica a posição do spray e envia os sinais para um computador que por sua vez envia sinal de vídeo para um projetor que projeta a imagem quase que instantaneamente no painel.

Com o Digital Graffiti Wall é possível mudar a espessura do traço, trocar as cores do spray na paleta e existe uma galeria de Stencils que podem ser arrastados e aumentados na tela.




Estética Marginal



A intenção desse livro publicado pela Editora Zupi e patrocinado pela marca Ecko, é mostrar o graffiti como expressão de arte. O livro reúne textos críticos sobre o movimento dos grafiteiros e conta a trajetória de dez artistas do gênero: Akeni, Boleta, Chivitz, Highraff, Prozak, Nove, Nunca, Paulo Ito, Titi Freak e Zézão.

A coleção tem cinco livros que retratam a cena do graffiti brasileiro a partir de 2006. Realizado sob registro fotográfico e entrevistas, o livro proporciona um olhar artístico sobre a cultura urbana contemporânea.

O projeto é resultado de dois anos de pesquisa, documentação, entrevistas e exploração do espaço urbano da cidade de São Paulo realizadas pelo autor Victor Moriyama em parceria com o fotógrafo Felipe Lopez.


Dica pra quem quer saber mais sobre o livro: Zupi TV

Exposição de Graffiti no MuBE - SP: Graffiti Fine Art