Pelo blog não consegui descobrir o nome desse verdadeiro paizão. No lugar de um cochilo ele pega seus acessórios de desenho e faz os desenhos mais legais nas sacolas de lanche do filho. Ô menino de sorte! O pai divulga as sacolas diariamente no seu blog. Navegando por todo o blog é possível ver também alguns objetos customizados. Confira algumas das obras abaixo. Via The Little Bit Weird Blog.
A arte do "Paizão"
Pelo blog não consegui descobrir o nome desse verdadeiro paizão. No lugar de um cochilo ele pega seus acessórios de desenho e faz os desenhos mais legais nas sacolas de lanche do filho. Ô menino de sorte! O pai divulga as sacolas diariamente no seu blog. Navegando por todo o blog é possível ver também alguns objetos customizados. Confira algumas das obras abaixo. Via The Little Bit Weird Blog.
Escultor de livros
Brian Dettmer é um artista americano que faz esculturas recortando, dobrando e colando dicionários, enciclopédias e livros antigos de arte, ciência e história. Ele nunca insere ou muda de lugar o conteúdo dos livros, apenas seleciona as imagens e os textos que quer usar e vai recortando as demais partes.
O primeiro trabalho do artista com livros foi feito em 2003, usando um dicionário de 1947. De lá pra cá, o americano ganhou fama e hoje suas obras são expostas em galerias de arte nos Estados Unidos e na Europa.
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Brincando com capas de discos
Super 'EMO' Friends
O artiste é JSalvador. Apesar de preferir trabalhar com aquarelas ele também tem algumas coisas digitais. Comercializa todas as suas peças, ou a maioria, e possui três séries principais: super-heróis "emo" em aquarela, religiosos - ainda em produção - em aquarela, chibi street fighters - digital. Deu pra sacar que o cara gosta de games e heróis... muito bacana o trabalho. Vejam alguns abaixo.
Pinturas famosas inspiradas em fotografias.
As inovações tecnológicas revolucionaram a humanidade de várias maneiras, e a Arte não podia ficar de fora desta influência. Atualmente usam-se das mais variadas ferramentas para se criar representações imagéticas, seja com técnicas tradicionais (desenho, pintura, escultura, gravura) ou técnicas contemporâneas (fotografia, instalações, arte cinética, ambientes de imersão áudio-visual etc).
Hoje, grandes artistas gráficos e ilustradores profissionais ou amadores fazem uso de equipamentos como tablets (mesas digitalizadoras), scanners, monitores touch-screen (toques na tela) e softwares que potencializam a criatividade e otimizam o tempo de produção.
Para mim não passa de bobagem o questionamento que alguns estudiosos fazem a respeito de que o avanço da tecnologia na Arte acabou desvirtuando-a. Arte e Ciência sempre andaram juntas na História, vide os renascentistas que, além do talento artístico também eram conhecedores de materiais e elementos químicos para a obtenção de suas tintas, o preparo das superfícies dos suportes trabalhados (tela, mural, madeira), bem como no uso de apetrechos como esquadrinhadores, câmera obscura, réguas, esquadros e compassos.
No séc. XIX o advento da fotografia lançou um novo desafio aos artistas: se uma máquina, quase que instantaneamente, podia fazer a reprodução do real, qual era o papel dos artistas agora então? Muitos responderam que o daguerreótipo (ancestral da máquina fotográfica) não tinha a “alma” de uma pintura, ou era “mecanizado” portanto não alcançaria o mesmo patamar que as “belas-artes” tradicionais. O tempo mostrou que a fotografia tornou-se uma técnica artística de grande importância.
E muitos pintores que conviveram com o surgimento desta tecnologia souberam aproveitá-la nas suas criações. Não foram poucos que capturaram determinado momento com uma câmera para manter uma pose ou uma situação. Vejam a seguir exemplos de pinturas Impressionistas e Expressionistas inspiradas ou baseadas em fotografias:
1. Paul Gauguin
Fonte das imagens: Fogonazos
Adesivos de parede
Nos próximos dias eu vou me mudar e minha mulher já me pediu para preparar aguns adesivos dos Backyardigans (não sei que criança até 3 anos que não seja fissurada nesse programa - pelo menos é da Discovery). Aí já viu a lei do menor esforço, né?! Haja caçar ilustrações P&B na net pra usar o trace do Corel Draw (sim eu sofro desse mal), colorir e mandar fazer. Enfim... após preparar os arquivos todos (em duas possiblidade, né? Se não já viu se não agradar a patroa) tive minha liberdade devolvida para meus mergulhos na web. E nem precisei ir muito fundo pra achar algumas coisas muito legais pra colar nas paredes da casa nova.
A empresa é Blik. Na verdade a descobri pelos adesivos de Joe Ledbetter, que por sinal, trabalha com excelência com seus traços e cores fortes. São toyarts, pinturas, adesivos de paredes... o site dele tem bastante conteúdo, insclusive, uma sessão de downloads (que incluui wallpapers pra computador e iPhone) pra quem curte o trabalho do cara mas tá com a carteira vazia vazia. Mas voltando à Blink: é a reunião do (belo) trabalho de designers que trabalham com excelência essa arte "contemporânea". O site é bem bacana, descreve todas as cores que fazem parte do kit de adesivos, bem como uma indicação de nível de dificuldade de aplicação. "Não perdam"... visitem mesmo. Abaixo alguns dos adesivos que mais gostei (Ah se a patroa deixa eu colar na casa nova!!!).
Josh Agle aka: SHAG
Parede de Graffiti Digital
Digital Graffiti Wall, é um sistema que emite raios infra-vermelhos ao invés de tinta no formato de latas de spray. Atrás do painel onde é projetada a imagem, existe uma câmera que identifica a posição do spray e envia os sinais para um computador que por sua vez envia sinal de vídeo para um projetor que projeta a imagem quase que instantaneamente no painel.
Com o Digital Graffiti Wall é possível mudar a espessura do traço, trocar as cores do spray na paleta e existe uma galeria de Stencils que podem ser arrastados e aumentados na tela.
Estética Marginal

A intenção desse livro publicado pela Editora Zupi e patrocinado pela marca Ecko, é mostrar o graffiti como expressão de arte. O livro reúne textos críticos sobre o movimento dos grafiteiros e conta a trajetória de dez artistas do gênero: Akeni, Boleta, Chivitz, Highraff, Prozak, Nove, Nunca, Paulo Ito, Titi Freak e Zézão.
A coleção tem cinco livros que retratam a cena do graffiti brasileiro a partir de 2006. Realizado sob registro fotográfico e entrevistas, o livro proporciona um olhar artístico sobre a cultura urbana contemporânea.
O projeto é resultado de dois anos de pesquisa, documentação, entrevistas e exploração do espaço urbano da cidade de São Paulo realizadas pelo autor Victor Moriyama em parceria com o fotógrafo Felipe Lopez.
Dica pra quem quer saber mais sobre o livro: Zupi TV
Exposição de Graffiti no MuBE - SP: Graffiti Fine Art

























